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11/02/2021
Economicamente, o BRT é um retrocesso. Serão mais de 1,2 milhão jogados no lixo, diz Renivaldo
Da assessoria

Nem precisou de uma calculadora em mãos para que o vereador Renivaldo Nascimento (PSDB) fizesse uma equação simples na manhã desta segunda-feira em entrevista numa rádio da capital sobre o novo modal que (pra variar) está no papel há quase 10 anos. Os questionamentos foram em cima da Audiência Pública na Assembléia Legislativa sobre o VLT e o BRT.

“E uma questão matemática. Faltam mais R$700 milhões para a conclusão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O governo dispõe de R$300 milhões, faltando apenas outros R$400 milhões para que tenhamos um patrimônio de R$ 2 bilhões, já que foram investidos nessa obra quase R$ 1,3 bilhão”, disse. “Já para o BRT é um novo projeto. Serão R$500 milhões de investimentos para um patrimônio de R$500 milhões”, explicou.

“Hoje, o BRT seria mais viável pelas condições que o país está vivendo. No entanto, não podemos iniciar uma nova obra. Ela já foi decidida desde 2012 pelo VLT e já foi aplicado mais quase de 1,3 bi na parte estrutural e aquisições dos vagões que estão em Várzea Grande”, disse.

Governador

“Respeito à decisão política do Governo, mas não concordo. Torço que o governo dê certo, mas ele tem que ouvir a população de Cuiabá e de Várzea Grande e não tomar decisões unilaterais. Tem que ouvir as Câmaras. “É para isso que fomos eleitos”.

Na avaliação de Renivaldo, “dentro da economia do nosso estado não é tanto dinheiro assim (referindo à aquisição de mais R$400 mi à conclusão do VLT). Teremos uma obra moderna e limpa com um patrimônio de 2 bi”.

Soluções

“Para uma obra que começou errado lá atrás. Temos que levar em consideração que temos, hoje, quase 60% dessa obra concluída. Não tem como tirar cimento e ferragem que já foram montados”, argumentou.

“Faltam 40% e são apenas mais R$700 milhões. Como boa parte desse dinheiro em caixa, uma das soluções para que concretizemos essa obra são as PPP’s (Parceria Pública Privada). Temos vários caminhos a tomar. Agora, falar que não aconteceu nada nesses anos e desfazer tudo, jogando 1,3 bi no lixo não podemos aceitar”.

Deputados

Renivaldo lembrou que quem ganha com o VLT é a população de Cuiabá e de Várzea Grande e aproveitou a ocasião para falar diretamente aos deputados. “Os representantes da AL tem que se manifestar. E não podem ficar no muro achando que não podem contrapor a vontade do governo do estado”.

Plebiscito

Por fim, o vereador defendeu um diálogo mais amplo com a população “e se for o caso até mesmo acontecer uma consulta popular, um plebiscito. Estes são os caminhos que o governo deve tomar”.


Marcely Alves | Assessoria de Imprensa do Vereador Renivaldo Nascimento



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