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06/05/2011
Vereadores cobram exclusividade a clubes de Cuiabá e função social do ‘Peladão’

Fomentar desporto e lazer, livrar jovens de caminhos tortuosos – principalmente das drogas, facilitar o relacionamento interbairros de diferentes camadas sociais e, se possível, revelar talentos. A proposta foi lançada pelos vereadores Arnaldo Penha (PMDB), vice-presidente da Câmara de Cuiabá; Toninho de Souza (PDT), Everton Pop (PP), líder do Executivo no Poder Legislativo; Professor Néviton Moraes (PRTB), segundo secretário da Casa; e Adevair Cabral (PDT) e Totó César (PRTB), durante as sessões ordinárias desta semana.


“Eu creio que a discussão é salutar para a sociedade e tende a melhorar o projeto”, argumentou Everton Pop, ao retirar de pauta o projeto de lei que autoriza a Prefeitura Municipal a pagar R$ 100 mil de prêmio para o campeão do ‘Peladão’. Pop destaca a sensibilidade do prefeito Chico Galindo, por ter buscado, na Câmara, o fórum adequado para melhoria do projeto.


Autor do projeto de lei que institui o ‘Peladão’, o vereador Arnaldo Penha, acredita que após tornar-se lei, por certo, as comunidades da Capital serão beneficiadas, principalmente com a revitalização das ligas amadoras. “É de suma importância que esse projeto de lei seja aprovado antes mesmo da autorização de definição do prêmio, porque não se pode começar a ‘casa pelo telhado’, já que trata-se de dinheiro público e há de ser respeitado”, argumenta Arnaldo Penha.

O vereador Professor Néviton Moraes crê que o tema deve ser discutido sem paixão e sem querer dar cunho eleitoral. “É fato que o ‘Peladão’ cumpriu uma importante função, principalmente no fomento ao relacionamento dos bairros da Cuiabá e, por extensão, da Baixada Cuiabana. Contudo, o modelo deve ser rediscutido”, aponta Professor Néviton, que já foi secretário municipal de Esportes e Lazer.


Para o vereador Toninho de Souza, a própria extinção de dezenas de ligas de futebol amador em diferentes bairros da cidade já demonstra que o ‘Peladão’ foi nocivo ao esporte cuiabano. “Esse modelo está falido e tem de ser mudado com urgência, sob pena de sacrificar o nosso futebol amador, para sempre”, adverte Toninho.


Totó César lembra que há tempos o ‘Peladão’ deixou de ser amador para se tornar profissional. “Centenas de atletas só jogam se forem pagos. Alguns, aliás, recebem até mais do que os jogadores profissionais de Mixto e Operário, por exemplo, ferindo de morte tanto nosso futebol amador quanto o profissional”, resume Totó César.

Ronaldo Pacheco



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