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24/05/2011
Júlio Pinheiro defende que formato de reciclagem do lixo seja discutido nas comunidades

O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Júlio Pinheiro (PTB), afirma que a implantação da coleta seletiva de lixo deve favorecer ainstalação de novas usinas de reciclagem e compostagem de lixo. Ele defende que a Prefeitura Municipal comece a discutir com as comunidades o formato a ser aplicado na coleta seletiva e reciclagemdo lixo orgânico e inorgânico, na Capital.

“Por certo, vamos ter dificuldades, no começo, mas temos de envolver as nossas comunidades, com discussão educativa desde a tenra idade, nas escolas, até as pessoas da terceira idade, nos grupos de idosos”, argumenta Júlio Pinheiro, autor da Lei 5.394/11, que determina a substituição de sacos plásticos, até 2014, por sacolas ecologicamente corretas.

“É lógico que a coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que possam ser reciclados. E é isso que vamos mostrar, nas comunidades”, observa o presidente da Câmara. Atualmente, o aterro sanitário de Cuiabá está com sua capacidadeexaurida.

Ele aponta que a própria vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado, com a coletaseletiva.

“Além disso, o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais. Basta citar que uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão”, pondera Pinheiro. A idéia é fomentar a geração de emprego e renda, com a criação e organização de cooperativas ou associações de catadores.

É por isso que Júlio Pinheiro defende que a municipalidade envolva os segmentos organizados, como a União Cuiabana de Associações de Moradores de Bairros (Ucamb), a União Coxipoense de Associações de Bairros, o Sindicato dos Feirantes (SindFeiras), o Sindicato dos Taxistas e outras entidades.

“Realmente não existe uma fórmula universal. Cada lugar tem uma realidade e precisamos inicialmente de um diagnóstico local e é porisso que defendo a discussão ampla com a sociedade”, ensina ele. JúlioPinheiro defende, após consulta prévia com a Ucamb, representando o movimento comunitário, que o planejamento deve ser feito do fim para ocomeço da cadeia. Ou seja: primeiro pensar em qual será a destinação, depois (e com coerência) a logística e, por fim, o programa decomunicação ou educação ambiental.

Ronaldo Pacheco



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