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21/03/2013
Inclusão é tema de reflexão no Dia Internacio&8203nal da Pessoa com Síndrome de Down

No Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de Março, a presidente do Grupo Incluart, Regina Zattar de Carvalho, chama a atenção da sociedade para a necessidade de refletir sobre a necessidade de inclusão social. Na tribuna livre, ela afirmou que as pessoas com deficiência de maneira geral e os portadores da Síndromes de Down possuem um histórico marcado pela marginalização e pela exclusão social.

No espaço concedido pela vereadora Lueci Ramos (PSDB), a representante da entidade disse que a data é importante porque serva para comemorar o avanço as lutas travadas pelo segmento. ”Há quase dois meses tento fazer junto ao órgão representativo dos deficientes a Carteira de Deficiente de meu filho, e até ontem não obtive. Cada dia recebo uma resposta: não tem máquina, não tem papel, não tem funcionário”, explica.

Ela relata que há 1 ano e 3 meses , luta para conseguir o registro do Grupo Incluart no órgão representativo e também até ontem não obteve uma resposta.Há dois anos a cidade conta com o grupo Incluart responsável por ações voltadas ás pessoas com deficiência e seus familiares.Seu primeiro projeto chamado UP-Dpen, tem por objetivo desenvolver a dança do siriri entre pessoas com e sem Síndrome de Down.

“O projeto tem gerado resultados positivos, não só no desenvolvimento físico dessas pessoas, como também nos aspectos cognitivos (comunicação, atenção, etc.) além de ter melhorado a sua auto-estima, sua autoconfiança, qualidade de vida e, principalmente, sua integração social”, explica.

A maior parte das pessoas tem 46 cromossomos, distribuídos em 23 pares. As pessoas com Síndrome de DOWN, por sua vez, tem 47 cromossomos. A diferença delas está no fato de que, no par de nº21, em vez de terem 2 cromossomos, como é comum, possuem 3,isto é, um cromossomo a mais.

Assim a escolha do Dia Internacional da Pessoa com Síndrome de Down deve-se à própria origem da disfunção genética causadora da síndrome. Em outras palavras, trata-se do dia 21, porque a Síndrome de Down é originada de uma alteração acontecida no par cromossômico de número 21; e março, porque existem justamente 3 cromossomos, e não 2, no mencionado par 21.

Regina explica que qualquer mulher por ter um filho com Síndrome de Down, não importando a raça, religião, a nacionalidade ou a condição econômica. “Convém lembrar que a Síndrome de Down não é uma doença. A criança deve ser estimulada precocemente e incluída socialmente para desenvolver todo o seu potencial”, disse.

Secom Câmara - Roseli Cordeiro



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