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29/06/2017
Vereador Ricardo Saad institui Semana de Incentivo ao Parto Normal e Humanizado
Ednei Rosa - Secom
Apesar da expressão "parto humanizado" tenha se popularizado, parcelas importantes da sociedade, e em especial de mulheres, desconhece seu significado. A diferença fundamental está no respeito ao desejo da mulher e do bebê. Pesquisas mostram que, mesmo quando se trata de parto normal, muitos procedimentos adotados são desnecessários e até prejudiciais.

Observado isso, o vereador e doutor Ricardo Saad (PSDB), apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá, o projeto de lei que institui a Semana de Incentivo ao Parto Normal e Humanizado, a ser realizada anualmente na primeira semana do mês de maio.

Para o parlamentar, a semana de Incentivo ao Parto Normal e Humanizado vem ao encontro a Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento realizada de 12 a 18 de Maio, que pretende divulgar os benefícios de oferecer segurança e privacidade para a mulher e a família para o andamento do processo do nascimento.

O Brasil é campeão mundial de cirurgias cesarianas. Na rede particular, 82% dos bebês nascem assim. Na pública, 37%. Números bem distantes do percentual aceito pela Organização Mundial de Saúde, que é de 15%. A diferença do parto convencional para o humanizado está no respeito ao desejo da mulher e do melhor para o bebê.

“No parto humanizado nenhum procedimento é rotineiro. As intervenções são feitas apenas quando realmente necessárias e decididas com critérios rigorosos. A mulher é incentivada a se informar e a fazer suas próprias escolhas e tem que ser respeitada pela equipe de saúde envolvida no pré-natal e no parto. O mais importante é o deslocamento do eixo de protagonismo. Enquanto no parto normal ou por cesariana o ator principal é o médico, ou ele e a equipe de saúde, no parto humanizado a protagonista é a mulher e, obviamente, o bebê”, comenta Saad.

Entre os benefícios para mãe e bebê estão: autonomia para escolher como passar pelo trabalho de parto, posição de parto e até ouvir música durante o nascimento ter assistência da doula (acompanhante especializada) fazer uso de técnicas para alívio da dor como banho quente, liberdade de movimento, massagens redução do índice de depressão pós-parto aumento do vínculo mãe-bebê, com o contato pele a pele e amamentação imediata, instantes após o nascimento chances muito menores de hemorragia, infecção, trombose, além dos riscos relacionados à anestesia menos risco de morte para mãe e bebê menos risco de problemas respiratórios para o recém-nascido, causa principal do encaminhamento de bebês para UTIs neonatais maior estímulo ao sistema imunológico do bebê, na passagem pelo canal vaginal, evitando futuros problemas como asma, obesidade e doenças autoimunes recuperação muito mais rápida da mulher.


Da Assessoria de Imprensa.


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