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11/05/2018
Adoção: um gesto de amor
Brunna Maria - Secom/Câmara de Cuiabá
A experiência de ser mãe de três filhos, em que dois são biológicos, é relatada pela servidora da Câmara de Cuiabá, Luciana Arantes. Sua filha caçula chegou para compor a família aos cinco anos de idade, vinda de uma cidade distante. 

Neste domingo, como representante da sociedade cuiabana, a Câmara mostra um pouco dessa aventura da Luciana e família para comemorar o Dia das Mães, como uma forma de agradecer a essa família e outras que tiveram a coragem de enfrentar esse desafio.

A mãe conta que foi a realização de um sonho que ela e o marido Avnor Arantes alimentavam desde a época do namoro. “Nós nos conhecemos quando eu tinha 19 anos. E coincidiu que nós dois tínhamos esse sonho. Ficamos na fila de adoção por muito tempo, até que a Aline chegou”.

Avanor estava trabalhando, na época, na cidade de Primavera do Leste e uma certa manhã saiu para comprar pão. No caminho passou por um orfanato, mas não era dia de visita. Então a cuidadora chamou as crianças até o portão pra ver o “tio”. Entre as crianças veio Aline. “Foi amor à primeira vista. Logo ele me ligou dizendo que havia encontrado a mulher da vida dele. E foi assim que Aline chegou pra nós”, conta Luciana.

Os filhos biológicos Isabela Arantes (18) e Fernando Arantes (16), foram aos poucos se adaptando a essa nova companhia. Surgiram ceninhas de ciúmes de ambos os lados, brigas normais entre irmãos, disputas por atenção dos pais. Mas hoje, depois de 7 anos de convivência, tudo está resolvido. “Até as preguiças são as mesmas”, brinca Luciana, orgulhosa. Ela disse que no começo a Aline não aceitava certas brincadeiras, emburrava. Mas hoje já faz piadas até de si própria. “O bom humor é uma característica de nossa família”, revela.

No fim o trabalho é o mesmo. As alegrias também. “Filho nos dá uma outra vida, dá mais alegria, mais energia”, conta Luciana, que com a chegada da Aline recuou no tempo e reaprendeu a brincar e voltou a ser professora, ajudando nas tarefas escolares.

Agora com a caçula entrando na adolescência (aos doze anos) ganhou uma nova companheira. É com ela que vai às compras, até por sugestão dos outros filhos. Momento em que conversam sobre coisas de mãe e filha, mas também sobre assuntos de mulheres.

“Claro que surgem perguntas, algumas até duras, como se é possível amar uma pessoa que não é semente do seu sangue: sim, é possível. O amor é igual. E é um amor forte, doído quanto tem de ser”, revela Luciana.

SECOM – CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
ASSESSORIA DE IMPRENSA



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